
Comissão escolhe deputado para presidir os trabalhos do grupo que investiga as denúncias de erros médicos
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de erro médico elegeu na última semana, o deputado do PDT José Bittencourt para presidir os trabalhos do grupo. Pedro Tobias, do PSDB, atuará como vice, já o deputado Uebe Rezeck (PMDB) foi eleito relator.
Durante as definições, Bittencourt destacou a contribuição que os deputados membros da comissão e conhecedores da área darão ao assunto. O deputado ressaltou a necessidade de atuação da CPI. “Precisamos rever conceito e a classificaçãoao que chamamos de erro médico.”Durante o encontro foram sugeridas quatro instituições corporativas para análise da comissão durante as investigações. São elas: aAssociação das Vítimas do Erro Médico, a Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Regional de Medicina (CRM) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O papel da mídia quando o assunto é erro médico também foi discutido.
Para o grupo que constitui a CPI é necessário determinar um equilíbrio entre a complexidade da medicinacomo ciência e o sensacionalista exposto pela imprensa na divulgação de casos deste gênero. O presidente da comissão destacou ainda o trabalho conjunto dele, do relator eda procuradoria da Casa, por meio de suporte técnico, quanto ao procedimento dos trabalhos da CPI.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de erro médico elegeu na última semana, o deputado do PDT José Bittencourt para presidir os trabalhos do grupo. Pedro Tobias, do PSDB, atuará como vice, já o deputado Uebe Rezeck (PMDB) foi eleito relator.
Durante as definições, Bittencourt destacou a contribuição que os deputados membros da comissão e conhecedores da área darão ao assunto. O deputado ressaltou a necessidade de atuação da CPI. “Precisamos rever conceito e a classificaçãoao que chamamos de erro médico.”Durante o encontro foram sugeridas quatro instituições corporativas para análise da comissão durante as investigações. São elas: aAssociação das Vítimas do Erro Médico, a Associação Médica Brasileira (AMB), o Conselho Regional de Medicina (CRM) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O papel da mídia quando o assunto é erro médico também foi discutido.
Para o grupo que constitui a CPI é necessário determinar um equilíbrio entre a complexidade da medicinacomo ciência e o sensacionalista exposto pela imprensa na divulgação de casos deste gênero. O presidente da comissão destacou ainda o trabalho conjunto dele, do relator eda procuradoria da Casa, por meio de suporte técnico, quanto ao procedimento dos trabalhos da CPI.
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